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Archive for the ‘Informática’ Category

27 de janeiro de 2010 – Apple anuncia o iPad. O mundo geek inteiro, que já referenciava o iPhone, estava acompanhando o esqueleto Steve Jobs anunciar e mostrar o equipamento.

Não deu outra! Sucesso já antes de chegar às lojas. Presumido mesmo…

Penso eu: lá vem outro treco tosco igual ao meu antigo HP tx1070br, que era um “Palmão”, com tela resistiva. Vem aí um iPhonão, todo capadão, que me servirá em 80% do tempo como substituto ao PSP, só pra jogar. Bom, bacana.

Alguns amigos até que tentaram me tentar! Ofertas do tipo “Trago um pra vc dos States, meu… faço um preço bacana!” me tentaram bastante, até meados de junho do ano passado. A tentação mesmo foi quando mudei de área no meu trabalho e lá os caras tinham (ainda têm eheh) dois iPads. Mudei de equipe contente pra cacete, mas bem preocupado com meu bolso, pois sabia o tamanho da tentação que me consumiria… vou acabar comprando um, não tinha jeito! Mas ainda queria um tempo pra avaliar a real utilidade do bichinho… se fosse só pra jogar, nem vira pq tenho tudo que é video game em casa, e não curto ficar jogando no iPhone.

Meses depois, a Apple anuncia a data de comercialização do dito cujo no Brasil. Preços nada tentadores! Testes, testes e mais testes… muitos aplicativos testados, de blocos de notas a poderosas agendas, Pages, Numbers tudo, tudo que existe de bom na categoria produtividade foi testado. Até que um dia entrei em uma loja da Fast Shop, no shopping Eldorado, e criei coragem. O problema naquele momento era o gap entre querer e desejar… queria um iPad, mas desejava um iPad de 64GB, com WiFi e 3G… meu, o desejo foi mais forte, e deu no que deu, e acabei levando pra casa o modelo TOP. Já era… foi… levei!

Um bom tempo depois, já em casa, pude ligar o MEU iPad. Há tempos não sentia o cheiro de um equipamento novo, muito bacana. Instalar os aplicativos do zero, configurar do meu jeito, sensações que dão uma temperada no sabor, que não se experimenta ao testar o iPad de outras pessoas.

Instalei muitos aplicativos de produtividade, alguns jogos, revistas, aplicativos de redes sociais entre outros. Vou detalhar abaixo os que mais utilizo no dia-a-dia, e recomendar outros:

aNote: uma super agenda, muito completa e prática, foi à bandeja já após alguns minutos de uso, pois é muito bacana. Sincroniza com o Google Docs e com o Evernote, ponto positivo. Nota 10!
Flipboard: uma plataforma que agrega conteúdo de algumas redes sociais e vários sites de notícias e conteúdo, e exibe tudo perfeitamente organizado, em formato de revista. Visualizar todo este conteúdo, agrupado e formatado, ficou perfeito neste aplicativo.
Pages e Numbers dispensam comentários, para quem os utiliza no Mac. Para quem não os conhece, são os aplicativos concorrentes do Word e Excel, e fazem parte da suíte iWork, da Apple. Estas versões para o iOS não deixam nada a desejar se comparadas às versões para o OS X, são bem completas e fazem excelente uso do multitouch.
Dropbox: aplicativo de sincronia de arquivos entre vários dispositivos ou equipamentos. Imagine que você possui um notebook, um desktop e um iPad e necessite que sua pasta de documentos pessoais e suas fotos estejam sempre atualizados e em sincronia. Você não precisa realizar cópias manuais ou quaisquer outros métodos tradicionais. O Dropbox simplesmente sincroniza tudo, automaticamente, quando o aplicativo é inicializado e o logon é realizado, em sua conta gratuita até 2GB na nuvem. É possível comprar mais espaço, mas já vi relatos de colegas quew utilizam mais de 10GB e nunca foram cobrados.
SplashID: aplicativo de wallet, armazena e organiza todas as suas senhas, contas etc. Muito prático e sincroniza com sua versão desktop.
Evernote: permite salvar suas idéias, anotações, listas etc. Sincroniza entre versões para desktop, Android e iOS, através da nuvem.
HomeBudget: um mini-Money, organiza minhas finanças, exibindo gráficos dos meus investimentos, conta corrente, categoriza lançamentos entre outra muita funções. Muito bom!
iBooks: uma prateleira digital, organiza seus livros comprados ou transferidos pelo iTunes, PDFs entre outros. A interface é ótima, tornando a leitura dos livros uma atividade bem prazerosa.
Kindle for iPad: a prateleira digital da Amazon.com, permite comprar, baixar e visualizar livros adquiridos do seu famoso site. Como no iBooks, a visualização dos livros é excelente e sua interface é ótima. Comprei vários livros pelo Amazon.com, tudo feito rapidamente e a qualidade das publicações é excelente, o que já vale na economia de espaço físico no AP e poupar árvores!
Revistas ISTOÉ Dinheiro, Exame, Viaje Mais e Fotografe Melhor, com suas prateleiras digitais, também permitem a compra e visualização das revistas.

Para os que gostam de viajar (quem não gosta de viajar?):
Booking.com para pesquisa e reservas de hotéis, pousadas, alvergues etc.
TripAdvisor para dicas de locais, hotéis, pousadas, restaurantes etc.
Wikihood dá dicas do que encontrar nas redondezas de um determinado local, ou da sua atual posição.

Bem, tem muita coisa, poderia perder muito tempo citando vários aplicativos ou jogos, mas o assunto continua.

Pontos positivos do iPad:
– O material é excelente. A tela é bem resistente a manchas e riscos, pode ser limpa facilmente com uma flanela ou um tecido próprio para limpeza de superfícies como vidro ou cristais.
– As funções touch e multi são, de longe, as melhores, aliadas à excelente tela de 9″. Este conjunto te leva a perder horas no Google Maps e no Street View, só babando!
– A quantidade de memória é suficiente (minha versão de 64GB), para o meu uso de produtividade pessoal, textos, planilhas, ler livros, revista, navegar e alguns jogos. Não ouço músicas nem carrego muitos vídeos, inclusive só sincronizei os desenhos da Caverna da Dilma do Dragão heeheh e o filme Bram Stoker’s Dracula.
– O poder de processamento do A4, processador do iPad, é mais que o suficiente, pois o iOS está muito enxuto, explorando toda a capacidade do conjunto. Os aplicativos carregam muito rapidamente, os vídeos são fluídos e com alta qualidade. Alguns jogos exigentes rodaram maravilhosamente bem, como o Infinity Blade, o SimCity HD e o Need for Speed: Hot Pursuit.

Pontos que poderiam ser melhorados:
– O peso, que é bem acima do aceitável para manuseá-lo confortavelmente, ler ou jogar.
– Uma câmera para vídeo conferência na parte frontal do equipamento. Creio que isto virá na próxima versão do iPad, pois o Facetime e a nova versão do Skype estão bombando.
– Implementar uma tela que permita melhores recursos para leitura prolongada e que seja menos reflexiva. Isto é mais complicado, pois teria que ser algo parecido com o Kindle, com e-Ink, para que fique realmente confortável.

O iPad, em seu primeiro ano de vida, já é um inegável sucesso. Muito do que é publicado como conteúdo já possui uma versão para iPad, seja uma revista, jornal ou mesmo um site adaptado. Tudo que se planeja para plataformas móveis tem foco na Apple, impressionante. Android está atrás, mas o que me deixa chateado é a segmentação de versões, customizações e demora no lançamento de atualizações. A simplicidade e padronização é chave neste mundo, cada vez mais dinâmico e sedento por novidades tecnológicas, e neste ponto a Apple acertou com os dispositivos com iOS. Simplicidade esta que garante robustez e poder, basta ver a qualidade dos lançamentos para esta plataforma. Alguns jogos estão pau-a-pau com versões para PSP e, porque não, consoles de mesa, como o PS2.

Além disto, ficar conectado 100% do tempo a uma rede sem fio ou 3G é um benefício astronômico quando se está com um equipamento destes. Imagine entrar em uma livraria e sair catalogando os livros desejados e compartilhar com os amigos no Facebook. Ou ficar preso no trânsito, naquela baita chuva, nada anda, e abrir o Safari para navegar naquele seu site de notícias favorito, ver que você está em uma via que está com pontos de alagamento e imediatamente buscar alternativas pelo site de engenharia de tráfego. Muitas possibilidades.

Já me rendi ao iPad, que me impressionou após muitos testes… sempre fiquei com um pé atrás, pois não apostava que a plataforma daria tão certo no assunto produtividade. Sempre enxerguei aquela tela como um potencial à jogatina, principalmente, então acabei criando esta barreira. Mas as coisas se acertaram e hoje só vejo benefícios em tê-lo, e não me arrependo de ter pago caro, pois o prazer e os benefícios se sobressaíram. Em maio farei uma viagem aos EUA com minha esposa e, se o iPad 2 já tiver sido lançado, trarei um também eheh.

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200912082300.jpgDemorou, mas saiu. Eis a primeira versão beta do tão esperado navegador do Google, desta vez em sua versão para Mac OS X 10.5 ou superior, somente para intel. O download pode ser feito através deste link.

Como nunca fui com a cara do Firefox no Mac, principalmente pela sua fome de recursos, e plenamente satisfeito com o Safari, resolvi dar uma chance ao Chrome e, após um bom tempo de navegação e testes, estou muito impressionado. A renderização do conteúdo é rápido, pois ele usa o mesmo “motor” do Safari, porém com seu próprio motor para javascript, e todos os sites e fóruns que navego e frequento diariamente abriram perfeitamente, tão rápidos quanto no Safari.

Sobre o tempo de carga, ou cold start, do browser, mais um ponto positivo… é clicar o app no dock e em um segundo depois já iniciar a navegação. Ao abrir pela primeira vez ele já solicita a transferência das configurações e bookmarks do Safari, bem fácil.

Nota 9 no boletim! Como tudo no google, vai ficar beta por um bom tempo! eheheh

Gostei!

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É impressionante o estrago causado à cidade de SP por uma rápida chuva “final de tarde”. Consegui registrar algumas imagens da Av. do Estado, próximo à Mooca, do terceiro andar do prédio onde trabalho:

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Aquele VW Gol ali na segunda foto, carrinho guerreiro né, apostou uma corrida aquática com um Fiat Uno alguns minutos atrás… impressionante, o Uno parecia um pequeno barco, boiava mesmo! O Gol perdeu feio esta corrida! E que as seguradoras segurem!

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Os netbooks, ou mini-notebooks, ou sub-notebooks, tornaram-se um sucesso inquestionável. Alguns gurus apostam que eles podem até substituir os notebooks. Confesso que nunca me interessei em conhecê-los, ou testá-los, como sempre faço quando algo inovador aparece. Mas recentemente fui rendido, em uma visita à famosa Santa Ifigênia, em São Paulo.

Não botava fé no poder destas “maquininhas”, nem no que elas poderiam fazer por mim. Confesso que fiquei surpreso com os avanços alcançados pelos fabricantes em desenvolver um hardware tão enxuto em tão pouco espaço, entregando força próxima ao esperado de um notebook normal, no que diz respeito à performance e utilidade.

O meu primeiro contato com estes equipamentos foi no ano passado, quando um colega de trabalho adquiriu um Asus eeePC. Ele carregava o bichinho para todo lado… leve e discreto, parecia um livro. Quando pedi a ele que me deixasse “ver”, aquela avaliação básica que todo geek faz em um equipamento, a quebra de conceitos e paradigmas foi iniciada de forma transparente, um déjà vu, como aconteceu quando comprei o meu MacBook.

Pequenos e leves são conceitos físicos… é como ver uma mulher magrinha e linda… nestes momentos é bom ter muita calma, pois elas podem ser inteligentes ou loiras burras. Sem nerdices, sem comparar mulheres a computadores, foi só um tchan de idéias… voltando ao assunto, pequeno e leve foi só a primeira das inúmeras boas impressões seguintes, o bichinho era bem rápido, com Windows XP, Office e algumas outras coisitas mais… rodava tudo muito bem, com eficiência.

Neste mesmo dia, onde pude testar o equipamento do meu camarada, comecei a pesquisar mais sobre todos os modelos existentes, reviews, testes etc. Foram alguns meses de espera até achar o que considerava o melhor custo X benefício, que me garantisse maior mobilidade com boa performance, e ao mesmo tempo fosse bonito e discreto. Foram muitos os modelos testados: Asus eeePC, MSI Wind, HP 2133, Dell Mini 9, HP Mini 1000 e o Acer Aspire One.

Dentre todos estes, o Acer Aspire One foi o escolhido por ter um conjunto melhor, com excelente autonomia da bateria, performance excelente para sua categoria, acabamento bem ajustado, teclado confortável e uma tela com qualidade invejável. Mais detalhes sobre os prós e contras serão usados mais à frente nesta resenha.

O HP 2133 era o mais bonito, com melhor acabamento. Porém vinha com um processador Via C7-M, que se mostrou bem fraco nos testes básicos que fiz no Vista, como editar um artigo no Word contendo textos, imagens, quadros e tabelas e, ao mesmo tempo, pesquisar um texto em PDF e buscar referências ou textos na internet, tarefas do meu dia-a-dia. O mesmo teste feito no Acer, por exemplo, rendeu muito bem, sem engasgos ou lentidão ao transferir conteúdo entre os programas.

O escolhido, meu novo amigo, um Acer Aspire One (AAO) preto, modelo AOA 150-1049, vem neste momento a ocupar a posição número um do meu arsenal, composto por um MacBook White e um Tablet HP tx1070BR. O HP está com a minha esposa, que o utiliza diariamente como seu notebook pessoal. O MacBook tá lá, morrendo de ciúmes, mas o utilizo como máquina de “potência”, quando preciso de algo mais poderoso, como trabalhar com fotografias.

Vamos à configuração do AAO:

– Processador Intel Atom 1.6GHz
– Tela de 8,9”
– Bateria de 6 células
– 1GB RAM
– 160GB HD
– Webcam de 1.3mpx
– 3 portas USB
– Wifi
– LAN
– Saída VGA
– Saída para fone de ouvido e entrada para microfone
– Leitor de cartões de memória
– Expansão de cartões de armazenamento (SD/SDHC)

Como complemento a este hardware, tenho um gravador de cd/dvd USB externo, da samsung, que funcionou perfeitamente tanto pelo Windows quanto pela BIOS, para boot pela unidade. Outro complemento é um LCD Samsung 931BW, de 19”, que utilizo durante logos tempos de trabalho… sempre conectamos um dos notes a ele, é mais confortável, com um teclado e mouse extras (Microsoft Wireless Laser Desktop 5000), também.

O AAO veio com o sabor XP do Windows, com cobertura de SP3. Recheios: trial do Office 2007 Student, a suíte de proteção McAfee entre outros, e com todos os drivers instalados perfeitamente, ou seja, era só ligar e testar tudo. Mas como tenho licenças do antivírus Kaspersky e do Office 2007 Professional, desinstalei as versões trial e instalei as minhas originais.

Impressionado com a performance geral do equipamento, mesmo após instalar tudo que precisava, além do antivírus, resolvi ir mais longe: instalar outro sistema operacional, o Windows Vista Home Premium.

A instalação realizada através do leitor USB externo foi perfeita, bem rápida. Drivers da webcam e LAN não foram reconhecidos de imediato, e continuaram não sendo, mesmo após instalação do SP1 e de várias sessões no Windows Update. Porém, graças ao Everest, consegui descobrir quais eram estes dispositivos e baixar seus respectivos drivers, diretamente do site da Acer. Os drivers para XP funcionaram no Vista, sem maiores problemas.

Bem… não sei o que acontece com o Vista e seus drivers, mas ele rodou bem melhor no AAO que no HP tx. O boot é extremamente rápido e o sistema fica pronto para uso em menos de 50 segundos, tempo que considero razoável para um hardware deste porte. Esta nova arquitetura da intel é realmente impressionante. O balanceamento entre performance e economia de energia é perfeita. Por falar em energia, em uso normal, editando textos, wifi, mouse USB sem fio e tela com brilho no mínimo, que eu acho mais que o suficiente, durou entre 4h30min e 5h30min. Neste momento, a carga está em 44%, perfil “Equilibrado”, estimando 2h36min restantes de utilização. Achei isto fantástico, ganha até do meu MacBook.

No slot lateral para expansão de armazenamento, deixo um SDHC Class 6 de 8GB da Kingston, configurado para ReadyBoost com 4090 MB. No geral, percebi um ganho de performance durante a abertura de alguns aplicativos e no boot, mas ainda não fiz medições mais acuradas para comprovar se tal ganho é benefício do ReadyBoost ou se é do Superfetch que, com o uso, otimiza bastante o sistema.. Mas deixa lá… estou confortável!

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O índice de experiência do Windows do meu sistema ficou em 2,7, algo bem razoável também. Como comparação, o HP tx, um AMD Turion 64 X2 de 1,6GHz, 2 GB RAM, uma GeForce GO6150 e HD de 120 GB, também com Vista Home Premium SP1, marca 3.0.

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Vamos aos contras:

– Não curti o “acer” impresso próximo à tela. Ficou feio.
– O espaço das bordas em volta da tela… a Acer poderia ter projetado uma tela maior, ao menos de 10”, para aproveitar este espaço. Os novos modelos, liberados em fev/2009, se não me engano, já possuem tela maior, de 10”.
– Trocar, ou expandir, a memória é um parto de octagêmeos… tem que desmontar o netbook inteiro, o que acarreta a perda da garantia. Fique esperto! Ainda que fui informado, por fontes confiáveis, que de 1 para 1,5GB de RAM não muda nada… mas eu gostaria de testar 😉
– A posição das teclas “Pg Up” e “Pg Dn”, acima das setas esquerda e direita. As pressiono acidentalmente 80% das vezes que preciso acionar as setas, até porque tenho as mãos grandes.
– Toda a base de apoio, que inclui os contornos do touchpad, e o próprio, é de plástico preto que engordura muito facilmente. Como sou extremamente cuidadoso, e fresco 8), com meus equipamentos, antes de guardar o note na luva sempre limpo cuidadosamente com uma flanela para remover tudo, inclusive do teclado. Este material tem cara de que fica manchado muito facilmente.

Para ficar perfeito:

– Avalio a tela como suficiente, mas uma de 10”, para aproveitar o espaço da tampa superior, seria perfeito!
– A resolução de 1024×600 é confortável para trabalhar, mas se fosse ao menos 1280×768 ficaria lindo!
– Expansão de memória até 2 GB.
Pen drive (ROM, no flash) brinde para restauração às configurações de fábrica.

Concluindo, a nós, felizes proprietários de um AAO, temos uma senhora máquina para trabalho. O XP roda liso… o Vista, perfeito! Não consegui testar o Windows 7 nele, mas creio que rode ainda melhor que o Vista. Quando sobrar um tempo vou gerar uma imagem de todo o sistema e guardar. Depois instalo o Windows 7 pra ver como vai se comportar. Gostaria muito de usar alguma distro linux nele, mas os softwares que eu preciso para trabalhar, gerar artigos acadêmicos e modelagem de processos de sistemas não são *nix friendly. Enfim, satisfeitíssimo com o AAO.

O que ainda não testei e, após ler alguns artigos por aí, estou chegando à conclusão que seja inviável é a virtualização (VMWare ou VirtualPC). Esta arquitetura não foi feita pra isto, não vou perder meu tempo.

Ah claro, como um bom geek, ser humano e filho de Deus, o Age of Empires II, SimCity 2000 e SimCity 3000 estão rodando lindamente bem nele! Além dos emuladores, claro! 😉

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Como disse no post anterior, estava em dúvida entre um Nokia N95 e um iPhone 3G, aparelhos que coçaram muito minha carteira desde que apareceram no mercado livre país. Segurei muito, muito mesmo, para não comprar um N95 e/ou um iPhone primeira geração. Apesar de ter lido bastante sobre os benefícios dos dois aparelhos, e também conseguir testá-los e compará-los lado a lado, acabei sendo abduzido pelo iPhone, sua interface e possibilidades. O N95 é espetacular também, mas é impressionante o quão apelativo visualmente é o iPhone, aquela tela gigante, o interface multi-touch, o acabamento geral do equipamento e além de tudo, ser da Apple e ter um SO espetacular. Foi muito bom esperar, agora o iPhone 3G finalmente chegou, tudo bem que a um preço nada amigável aos bolsos, mas agora é possível ter um sem se preocupar com desbloqueios e atualizações desastrosas de firmware.

No dia D, da Decisão, precisamente às 19h10min do dia 28/09/2008, loja da Vivo do Shopping Bourbon, São Paulo/SP, iPhone 3G na mão esquerda e um N95 na mão direita… to be or not to be Apple… escolher entre dois aparelhos maravilhosos. Não era cliente Vivo, era da TIM, mas estava insatisfeito com os planos e a qualidade dos serviços deles, estava a fim de mudar de operadora mesmo e aproveitei a coceira para trocar de aparelho também. Foi muito cruel, mas o iPhone 3G levou a melhor e fui mais uma vítima do campo de distorção da realidade do Mr. Jobs. Saí da loja com um iPhone 3G 16GB branco, coisa linda… LINDA, o branco chega a ser exuberante, os caras capricharam muito no design do equipamento, é algo singular. Aquela caixa, cheiro de novo, o material, limpo e objetivo, coisa que a Apple consegue fazer muito bem. Foi tão prazeroso que fiz um vídeo do unboxing e tirei algumas fotos também. Contratei o plano mais chulé, iPhone 50, pelo valor de R$ 71 mensais, que me dá direito a 50 minutos para fixos e outras operadoras, 50 minutos para Vivo (+50 minutos mensais promocionais nos primeiros 12 meses), 100 torpedos e 250MB de dados. Vou utilizar como experiência, dado que não utilizava mais que 30 minutos na TIM. Já para dados, até o momento, utilizei 54,6MB, creio que os 250MB sejam suficientes. Se precisar de mais migro para o próximo plano disponível.

Uma semana e alguns dias depois da loucura aquisição, estou com uma excelente impressão do iPhone 3G, e também da Vivo, que cumpre até agora o contrato de serviço, entregando uma ótima cobertura, tanto dos pacotes de telefonia quanto de dados, garantindo uma ótima velocidade. Vamos a um review das principais funções que utilizei nestes dias:

– Obviamente, o telefone: a interface é um espetáculo, incluindo a facilidade de achar contatos e discar, enviar SMS e tudo mais. Não gostei do volume do áudio, que é bem baixo se preciso usar o auto-falante e o iPhone está no suporte para o GPS do carro, quando estou dirigindo, por exemplo. O fone de ouvido é muito bom.

– GPS: no trajeto diário entre minha casa e o trabalho, de aproximadamente 12km, o Assisted GPS + GPS, funcionam muito bem no carro, garantindo uma ótima velocidade de localização e estabilidade de sinal. Não tive nenhum problema no caminho. Noto que ele só é problemático em alguns lugares fechados, como em casa/AP e no trabalho.

– 3G/dados: esta é o quesito chave que me fez escolher o iPhone em frente ao N95. A facilidade de ler e-mails, respondê-los e navegar pelo Safari é um grande diferencial. O Safari se comportou muito bem na renderização das páginas que eu costumo acessar mais. Ponto positivo para a Apple. O sinal 3G da Vivo fica 90% do tempo operante, visitando várias regiões da cidade. Gostei muito deste ponto e vale salientar que se você pretende aumentar a duração da bateria é bom desabilitar o PUSH. Em testes feitos em meu aparelho, com o PUSH ativo, a bateria durou menos de 24h em uso normal (GPS, e-mail, navegação básica, telefone e sem utilizar WiFi). Desabilitei o PUSH e a bateria passou a durar quase 3 dias nas mesmas condicões, creio que utilizei o WiFi algumas vezes em casa. É um ponto a se considerar a razão do PUSH, pois não preciso ser notificado toda hora que chega um e-mail.

– App Store: a do Brasil é extremamente limitada, mas consegui achar e comprar alguns programas muito bons, por exemplo: Spreadsheet (um “pocket” Excel), o Ultralingua (tradutor inglês <-> português), SplashID (wallet com sincronia com o notebook) e o iSilo. Também baixei vários outros gratuitos, como: Units (conversor de medidas), 12C-Lite (HP 12C), fring (cliente de comunicação), WebMsgr (cliente Instant Messenger), LabTimer (um ótimo cronômetro, muito bom em reuniões) e vários jogos (criei uma conta na App Store americana). Entre os jogos recomendo MUITO: Aurora Feint, Brain Toot, Cradle, Labyrinth LE, Mahjong, Morocco, Sol Free, Sudoku e Tangrams LE.

O que eu não gostei, definitivamente, e me fazem falta:
– Bluetooth não “pareia” (cruzes!) com outros dispositivos além de fones bluetooth.
– Como já disse, o auto-falante é muito baixo, mesmo com volume no máximo.
– Microfone tem baixa sensibilidade.
– App Store brasileira, como dito, não possui jogos bons vendidos lá fora.
– GPS poderia ter suporte a mudanças de ruas durante o trajeto. Ele não ajusta o caminho caso faça algum desvio da rota estabelecida.
– Cadê a iTunes Store?
– Não é fácil trocar a bateria, apesar de não ser difícil abrir o iPhone, como vi em alguns vídeos no youtube.
– A correção automática é extremamente inconveniente na maioria das vezes. Ainda bem que provavelmente haverá uma forma de desabilitá-la na versão 2.2 do firmware.
– Browser não suporta Flash nem Java.
– Essa é foda: não possui copy & paste, incrível! Básico!
– Câmera de apenas 2MP.

Conclusão: após uma semana de uso moderado posso dizer que foi uma excelente aquisição. O equipamento é espetacular, existem muitas possibilidades de uso através da aquisição de outros aplicativos. O fato de ter internet a qualquer hora e em qualquer lugar é um diferencial, mas ainda não é algo maduro em nosso país, e nem está ao alcance de todos, mas está caminhando e a Apple já teve esta sacada e, finalmente, nos trouxe um aparelho que agrega estas funções de forma magnífica. Navegar no iPhone é uma experiência singular. Ler e enviar e-mails é fácil e agradável. Jogar usando a tela multi-touch e o acelerômetro é fantástico. Recomendo muito, muito mesmo, o jogo Labyrinth LE, é impressionante! O iPod com flip dos discos é show de bola! Não creio que teria mais prazer com a interface do N95. Os dois pertencem a segmentos distintos claro, mas em recursos o iPhone ganha de lavada.

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iPhone 3G lançado no Brasil…

Apesar de todo o desprezo da Apple pelo mercado brasileiro, embaixo de muito glamour (HA HA HA), festa e gente bonita (tirando a Preta Gil), as operadoras Claro e Vivo lançaram oficialmente o iPhone 3G à venda. Calma, à venda vírgula… cada operadora ataca de uma forma. A Claro procura atender a todos, clientes ou não. Já a Vivo inicialmente atenderá aos seus clientes e alguns interessados que mostraram interesse, preenchendo um cadastro pelo site.

Já o preço… meu bolso dói! A Vivo conseguiu destruir a Claro tanto em subsídio no aparelho quanto na qualidade dos planos. Não vou detalhar muito aqui, tá em tudo que é blog, site. Pessoalmente, quero muito ter um, mas vários pontos me fazem refletir e ponderar, comparando outros aparelhos:

* Não tem compatibilidade Bluetooth, ou seja, não serve pra nada além de fones de ouvido.

* Não envia nem recebe mensagens MMS.

* É 3G mas não realiza vídeo-chamadas.

* É 3G mas não serve como modem para usar a internet em seu notebook ou outro.

* Câmera de apenas 2 megapixels. N95 FTW!

* Não tem flash.

* Não grava vídeos.

* Não é multi-tarefa.

* Não possui suporte a Copy&Paste nativo, ou seja, receber um e-mail com link para um site requer memorizar ou… copiar à mão em um rascunho ahfuaheiufhiue

* Não dá suporte a comandos de voz.

* As músicas não podem ser usadas como toques.

* Não permite transferência de arquivos nativa pelo WiFi, que só serve pra navegar.

* Não roda sites com Adobe Flash.

* Não tem rádio AM/FM…

Tirem suas conclusões… é bonito? Sim. É chique? Sim. É caro? Ô! Possui muitas vantagens, claro, para o preço que se paga deveria, no mínimo, suportar os pontos acima. Então, meu amigo, resta tirar um sarro:

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ahahahah vou pensar muito entre ele e o N95.

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Poucos dias após o lançamento da nova versão do software, alguns livros foram colocados à venda, muitos atualizando conteúdo de sua versão anterior. Abaixo recomendo dois que são ótimas referências, disponíveis à venda na Amazon.com:

200808062023.jpg The Adobe Photoshop Lightroom 2 Book: The Complete Guide for Photographers – Martin Evening.

200808062025.jpg The Adobe Photoshop Lightroom 2 Book for Digital Photographers (Voices That Matter) – Scott Kelby

Aproveitando o embalo, já falando em fotografia e workflow, também recomendo estes, os quais possuo e me foram muito úteis:

200808062030.jpg Photoshop CS3 for Nature Photographers: A Workshop in a Book – Tim Grey

200808062031.jpg Adobe Photoshop CS3 for Photographers: A Professional Image Editor’s Guide to the Creative use of Photoshop for the Macintosh and PC – Martin Evening

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